A diplopia, conhecida como visão dupla, não deve ser ignorada. Ela pode estar relacionada a alterações do grau, olho seco, catarata, estrabismo, desalinhamento dos olhos ou condições que afetam os músculos e nervos responsáveis pelos movimentos oculares.
Nem sempre a criança consegue explicar que está enxergando duas imagens. Por isso, os pais devem observar sinais como fechar um dos olhos, inclinar a cabeça, esbarrar em objetos, dificuldade para copiar da lousa, queixa de dor de cabeça, cansaço visual, baixo rendimento escolar ou desalinhamento aparente dos olhos.
Em crianças, alterações no alinhamento ocular devem ser avaliadas com atenção, pois a visão ainda está em desenvolvimento. O acompanhamento oftalmopediátrico ajuda a identificar estrabismo, alterações refrativas, ambliopia e outras condições que podem comprometer a qualidade da visão.
Quanto mais cedo a avaliação é feita, maiores são as chances de conduzir o caso de forma adequada e proteger o desenvolvimento visual da criança.
No adulto, a visão dupla pode surgir de forma repentina ou progressiva. Ela pode estar relacionada a alterações de grau, olho seco, catarata, estrabismo descompensado, alterações da tireoide, diabetes, doenças musculares, alterações neurológicas ou traumas.
Muitos pacientes percebem dificuldade para dirigir, assistir televisão, ler, descer escadas ou focar em um objeto. Algumas pessoas também passam a fechar um dos olhos para enxergar melhor ou inclinam a cabeça para tentar compensar a visão dupla.
A avaliação oftalmológica permite examinar a acuidade visual, o grau, a superfície ocular, o alinhamento dos olhos e os movimentos oculares. Dependendo do caso, podem ser necessários exames complementares ou encaminhamento conjunto com outras especialidades.
O tratamento depende da causa. Em alguns casos, pode envolver ajuste dos óculos, prismas, tratamento da superfície ocular, acompanhamento do estrabismo, oclusão temporária, tratamento clínico da condição associada ou cirurgia para correção do desalinhamento ocular.

Aprecie cada detalhe da vida com clareza.
Compreendo profundamente os desafios visuais que acompanham você que vive com estrabismo.
Com uma abordagem prática e personalizada, traçaremos um plano de tratamento eficaz que permita que você desfrute de uma visão clara e restaurada.

Vendo o mundo através de novos olhos.

Olhares pequenos, cuidados gigantes.

Reitero minha disponibilidade para colaboração efetiva.
Após concluir meu curso de oftalmologia na UFRJ em 2011, me especializei em estrabismo e oftalmologia pediátrica. Atualmente, sou staff do setor de oftalmologia pediátrica e estrabismo do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/UERJ) e mestranda no Instituto Fernandes figueira – RJ, na área de pesquisa clínica focada na saúde da criança.
No entanto, meu objetivo vai além de fornecer tratamentos e diagnósticos; busco sempre estabelecer conexões humanas genuínas com cada paciente. Meu atendimento é pautado pela atenção e pelo carinho que dedico a adultos e crianças, com um olhar atento às necessidades de cada paciente.
Em meu consultório você encontrará não só avançada especialização técnica, mas também um atendimento onde cada detalhe reflete o meu amor pela oftalmologia e o meu compromisso com o seu bem-estar em cada consulta.
Juntos, podemos zelar pela melhor visão em cada idade. Aqui, seus olhos encontram o cuidado que merecem!
Diplopia é o nome médico para visão dupla. Ela acontece quando a pessoa enxerga duas imagens de um mesmo objeto, que podem aparecer lado a lado, uma acima da outra ou em diagonal.
Nem sempre. Algumas causas podem ser simples, como alterações de grau, olho seco ou catarata. Porém, a visão dupla também pode estar relacionada a estrabismo, alterações musculares, neurológicas ou outras condições que exigem investigação.
Uma forma simples de perceber é observar se a visão dupla continua ao tampar um dos olhos. Se continuar com apenas um olho aberto, pode ser uma diplopia monocular. Se desaparecer ao cobrir qualquer um dos olhos, pode ser uma diplopia binocular. Essa informação ajuda o oftalmologista, mas não substitui a avaliação médica.
Sim. A visão dupla pode acontecer quando os olhos não estão alinhados corretamente. Isso pode ocorrer em pessoas com estrabismo antigo, estrabismo descompensado ou desalinhamento ocular que surgiu recentemente.
Pode, mas nem sempre consegue explicar. Em crianças, sinais como fechar um olho, inclinar a cabeça, esbarrar em objetos, reclamar de dor de cabeça ou apresentar dificuldade escolar podem indicar alteração visual ou desalinhamento ocular.
A avaliação pode incluir exame da acuidade visual, refração, avaliação da superfície ocular, exame do alinhamento dos olhos, teste dos movimentos oculares e análise do fundo de olho. Dependendo do caso, outros exames podem ser solicitados.
O tratamento depende da causa. Pode envolver óculos, prismas, tratamento do olho seco, acompanhamento de doenças associadas, oclusão temporária, tratamento do estrabismo ou cirurgia em casos selecionados.
Procure atendimento urgente se a visão dupla começou de repente ou se vier acompanhada de dor intensa, dor de cabeça forte, tontura, fraqueza, fala enrolada, confusão mental, queda da pálpebra, perda de visão ou trauma.
Sim. A visão dupla pode prejudicar a noção de profundidade e a segurança para dirigir, caminhar ou realizar atividades que exigem precisão visual. Por isso, é importante avaliar a causa antes de manter atividades de risco.
Sim. Mesmo os graus baixos devem ser corrigidos para garantir boa visão, conforto visual e evitar sintomas como dor de cabeça ou dificuldade de concentração.